0 Comments

MatériaMais Notícias

A passagem de Marcos Paquetá pelo Botafogo durou apenas 36 dias, contando do dia do anúncio de sua contratação ao de sua demissão, que se deu na noite da última quarta-feira, logo após a derrota para o Nacional-PAR, em Assunção – em duelo válido pela partida de ida da segunda fase da Copa Sul-Americana.

Na Era Paquetá, foram apenas cinco jogos, com quatro derrotas e uma vitória, além de dois gols marcados e nove sofridos – um aproveitamento de 20%. E o técnico de 59 anos, assim, entra na indigesta lista dos cinco treinadores que menos comandaram o clube da Estrela Solitária na história.

Marcos Paquetá, contratado durante a pausa para a Copa do Mundo para substituir Alberto Valentim, está na segunda posição da relação, junto a Dé Aranha, também com cinco jogos no currículo, e atrás de Mário Sérgio, que pediu o boné depois de apenas três partidas, todas com revés, em 2007.

E o que parecia improvável aconteceu. No início do ano, a mesma diretoria havia apostado em Felipe Conceição para assumir o comando técnico, cujo cargo pertencia a Jair Ventura em 2017, mas o demitiu com apenas sete jogos. O mesmo erro quanto à dispensa precoce era algo que poucos apostavam ainda em 2018, marcado pela conquista do Carioca com Valentim – este que, diferente dos já citados, quis sair do Botafogo para assumir oPyramids (Egito).

13 ANOS DEPOIS…

Também cabe destacar que o Botafogo, que não era marcado por trocas constantes de treinadores ao longo das temporadas, não tinha quatro treinadores – o que ocorrerá em breve – em um só ano desde 2005. Na ocasião,
Paulo Bonamigo, Paulo César Gusmão (este com apenas nove partidas), Péricles Chamusca e Celso Roth foram os comandantes alvinegros.

RelacionadasBotafogoO Botafogo além de Paquetá: pressão, erros gerais e falta de convicçãoBotafogo02/08/2018BotafogoApós demissão, Paquetá se desculpa com a torcida por ‘planejamento’Botafogo02/08/2018BotafogoCarli lamenta falta de capricho em derrota que derrubou PaquetáBotafogo01/08/2018

Related Posts